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quarta-feira, 17 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
le plus beau du quartier
Descobri uma série da Warner, The Mentalist.
E descobri no mesmo dia que uma outra série, Lie to Me.
O que as duas têm de comum, além de poderosos homens incapazes de serem presenteados com a mentira? Resolução de crimes baseados em um psicologismo barato, daqueles que irritam qualquer um que é minimamente averso a manuais de auto-ajuda.
Enquanto Lie to Me apresenta um protagonista irritante cuja arrogância jamais será carismática como a do House, lá pelo episódio 5 da primeira temporada The Mentalist dá um salto qualitativo impressionante. A direção se acerta, os personagens começam a fazer sentido e se tornar interessantes. O estilo auto-ajuda é substituído por uma aposta muito bem sucedida em uma releitura do Sherlock Holmes. E é aí que a coisa começa a ficar boa.
Patrick Jane é um viúvo ex-charlatão vidente, que passa a trabalhar como consultor da do Centro de Investigação Criminal da Califórnia. Exatamente, Califórnia, e no verão que não impede que ele se mantenha impecavelmente trajado com suas calças e camisas em tonalidades de azul e... colete.
Sim. Camisa, calça, colete e paletó. Terno! Importante: sem gravata. Caimento e cores impecáveis e neutras. Eu queria beijar @ figurinist@. Há muito tempo eu não via algo tão masculino e viril usado com tanta propriedade no personagem certo. É claro que temos umas influências vitorianas aí.
Só que esse novo Holmes, embora semelhantemente instrospectivo, é o maior sedutor que eu já vi. Charlatão, vidente, introspectivo, sedutor, excelente jogador de pôker e exímio trapaceiro. Mas nele não existe um traço sequer de egoísmo. Ganha fortunas e compra presentes caríssimos e distribui malas de dinheiro. Não compra nada para si mesmo. E sempre com com o segundo sorriso mais lindo do mundo. Não, terceiro (Um dia faço esse ranking). Eu percebi que até o sorriso dele é generoso. E até os inimigos gostam dele. Ele provoca quem julga culpado com um atrevimento típico de quem nunca tem nada a perder. E apanha por merecer, sempre. Fisicamente ou não.
Não pra menos, é o homem que melhor se encaixa em ser o plus beau du quartier - categoria em que os ingênuos enxergam Sarkozy: Je suis le roi du désirable... Et je suis l'indéshabillable! Hmmm hmm hmmm
E descobri no mesmo dia que uma outra série, Lie to Me.
O que as duas têm de comum, além de poderosos homens incapazes de serem presenteados com a mentira? Resolução de crimes baseados em um psicologismo barato, daqueles que irritam qualquer um que é minimamente averso a manuais de auto-ajuda.
Enquanto Lie to Me apresenta um protagonista irritante cuja arrogância jamais será carismática como a do House, lá pelo episódio 5 da primeira temporada The Mentalist dá um salto qualitativo impressionante. A direção se acerta, os personagens começam a fazer sentido e se tornar interessantes. O estilo auto-ajuda é substituído por uma aposta muito bem sucedida em uma releitura do Sherlock Holmes. E é aí que a coisa começa a ficar boa.
Patrick Jane é um viúvo ex-charlatão vidente, que passa a trabalhar como consultor da do Centro de Investigação Criminal da Califórnia. Exatamente, Califórnia, e no verão que não impede que ele se mantenha impecavelmente trajado com suas calças e camisas em tonalidades de azul e... colete.
Sim. Camisa, calça, colete e paletó. Terno! Importante: sem gravata. Caimento e cores impecáveis e neutras. Eu queria beijar @ figurinist@. Há muito tempo eu não via algo tão masculino e viril usado com tanta propriedade no personagem certo. É claro que temos umas influências vitorianas aí.
Só que esse novo Holmes, embora semelhantemente instrospectivo, é o maior sedutor que eu já vi. Charlatão, vidente, introspectivo, sedutor, excelente jogador de pôker e exímio trapaceiro. Mas nele não existe um traço sequer de egoísmo. Ganha fortunas e compra presentes caríssimos e distribui malas de dinheiro. Não compra nada para si mesmo. E sempre com com o segundo sorriso mais lindo do mundo. Não, terceiro (Um dia faço esse ranking). Eu percebi que até o sorriso dele é generoso. E até os inimigos gostam dele. Ele provoca quem julga culpado com um atrevimento típico de quem nunca tem nada a perder. E apanha por merecer, sempre. Fisicamente ou não.
Não pra menos, é o homem que melhor se encaixa em ser o plus beau du quartier - categoria em que os ingênuos enxergam Sarkozy: Je suis le roi du désirable... Et je suis l'indéshabillable! Hmmm hmm hmmm
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
sleepy
esse meu último post foi exatamente uma semana antes de eu ter me aninhado nos braços dele, depois de uma semana absolutamente deliciosa. jogatina, absolut, samba, sexo, soninho. só tenho na memória imagens aproximadas, trêmulas, borradas pela vodka. meu nariz sobre o pescoço dele. o sorriso largo dele, o sorriso mais lindo do mundo. a textura da barba dele, dos cabelos, da pele. as mãos que eu adoro, a pressão da respiração dele nas costelas. lindo! inteiramente lindo!
que delicia estar aninhadinha nos braços dele. não formigam? não, não formigam, pode por a cabeça... e acordar rindo quando ele ronca. isso mesmo. rindo. quem gosta do ronco de alguém está gostando demais do roncador. do que você está rindo? pára de rir e dorme! e me abraça apertadinho, e segura minhas mãos, e me confunde demais. demais mesmo.
que delicia estar aninhadinha nos braços dele. não formigam? não, não formigam, pode por a cabeça... e acordar rindo quando ele ronca. isso mesmo. rindo. quem gosta do ronco de alguém está gostando demais do roncador. do que você está rindo? pára de rir e dorme! e me abraça apertadinho, e segura minhas mãos, e me confunde demais. demais mesmo.
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